O que é experiência do usuário?

User Experience – UX ou seja, experiência do usuário (traduzido para o português)

Diz respeito a como a pessoa se sente ao navegar pelo seu site, blog, app ou qualquer outro canal online.

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Isso vai além da eficiência, ou seja, com que facilidade a pessoa consegue completar as tarefas. Engloba todos os pontos de contato de um cliente com algum elemento da marca, desde uma peça de marketing até um produto. São vivências de uma pessoa ao utilizar seu produto ou serviço e isso inclui também a parte emocional.

Em um e-commerce a intenção é que o usuário se sinta à vontade e tranquilo para comprar na sua loja. Quando um visitante acessa o seu site e fica satisfeito com a experiência, as chances de ele voltar à página, efetivar uma ou mais conversões e ainda indicar a empresa para seus colegas aumentam bastante. 

É importante para o sucesso de um negócio, no entanto ainda há dúvidas sobre o seu real significado e em como implementá-la em um site. Tão importante quanto marcar presença na web é ter uma página que ajude a converter mais. Os potenciais clientes não querem apenas preço, eles procuram um site que ofereça boa navegação, nenhum usuário quer esperar o carregamento de um site, principalmente em um cenário dominado pelo boom dos dispositivos móveis.

A experiência do usuário possui 5 pilares que, se seguidos corretamente, permitem a criação de projetos desejáveis, úteis e fáceis de usar.

São eles:

  1. Estética: A primeira impressão serve para dar uma noção de como vai ser o restante da experiência, sendo assim, uma interface atrativa já fortalece a confiança do usuário de que a navegação vai ser boa.
  2. Usabilidade: O site deve ser simples de navegar. Fundamental para complementar a estética, ou seja, para fazer com que o visual não seja apenas bonito, mas também funcional. A usabilidade define com que facilidade e eficiência os usuários conseguem navegar pelo site ou app. Quanto melhor ela for, maior a probabilidade de a sua persona ficar satisfeita com a experiência.
  3. Arquitetura da informação: O acesso ao material deve ser facilitado, a página precisa cumprir o objetivo para o qual ela foi pensada. Trata de como as informações são organizadas em uma página. Em outras palavras, o trabalho de AI bem-feito é aquele que coloca as informações mais importantes em destaque e direciona a atenção dos usuários para os lugares certos na página. Sem isso, a interface, pode ser bonita e fácil de usar, mas não levarão a conversões.
  4. Fluxos de interação: São como um mapa dos diferentes caminhos que o usuário vai percorrer ao usar o seu produto. Assim, a pessoa sempre vai saber onde esta e quais são os próximos passos que ela poderá tomar durante a navegação. Isso ajuda os usuários a se localizarem e ter bem em mente as possibilidades que o produto oferece, ao invés de se sentirem perdidos e procurar por recursos que não existem.
  5. Conteúdo: O conteúdo precisa ser útil, além de estar à disposição do usuário. É fundamental para a boa experiência do usuário. Quando é bem usado, o conteúdo dá instruções práticas e informações úteis que ajudam a enriquecer ainda mais essa experiência. 

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